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Afirmar no mundo a qualidade da tecnologia desenvolvida em Portugal

By Samsys 9 anos atrás
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Afirmar no mundo a qualidade da tecnologia desenvolvida em Portugal – foi este o mote para uma manhã focada na pesquisa e partilha de experiências na internacionalização de tecnologia de base nacional. Inserido no 3.º BIN@TM, o “Bin @ Porto 2012” permitiu reunir na FEUP especialistas, investigadores e líderes em TI (Tecnologias da Informação) em torno dos desafios da internacionalização.

À conquista de novos mercados

Mercados desenvolvidos (Escandinávia, EUA e Reino Unido), emergentes (Moçambique, Índia, Brasil e Argentina) ou outros de elevado potencial (Irão, Líbia) foram apontados como possíveis caminhos a trilhar na exportação de tecnologia desenvolvida em território nacional.

E, se exportar implica compreender estes mercados, as especificidades culturais de cada país devem ser contempladas. Enquanto Cabo Verde foi apontado como um mercado em que “é simples trabalhar”, um dos conferencistas apresentou um exemplo contrário com a experiência de contratação de um colaborador em Angola – que após dois meses, incontactável, deu notícias à Sede em Portugal como se tivesse falado no dia anterior. No fundo, não há soluções iguais para culturas diferentes e assim também o é na capacidade de adaptação aos contextos das tecnologias desenvolvidas, pois não há soluções de software “fora-da-caixa” para todos os mercados.

O mais importante é fazer

Entre o painel de convidados deste “think-tank”, Hristo Odiseev (Rocket Internet) apontou como fundamental a agilidade de pensamento e ação, em que é necessário saber o que colocar no centro das prioridades de negócio e ajustar a cada circunstância os processos de desenvolvimento, se necessário abandonando uns para focar em outros.

Assuntos tão diversos como Cloud Computing, abordado por Hugo Magalhães (EuroCloud), ou as etapas para a inovação apresentadas por Filipa Caldeira (Full six) – para quem “falhar é diferente de perder” e ainda José Fonseca (Blip) que apresentou questões-chave para entender a internacionalização como um processo de aprendizagem, confluíram, num painel dirigido por Pedro Castro Henriques (Portic), numa sessão final de debate com todos os presentes e que resultou numa síntese das ideias discutidas, sendo uma dessas principais conclusões a ideia de que “o mais importante é fazer”.

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